Quem se sentir confiante e motivado, pode tentar disto amanhã:
Clique no link abaixo para ver o video
http://www.youtube.com/watch?v=lDC-LVOdJo0&eurl
sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
LOUREDENSE x A. FERNANDES
Amanhã vamos defrontar o A. Fernandes na nossa casa. Ganhámos o jogo da primeira volta mas foi com muito trabalho e empenho que o conseguimos. A receita para amanhã é a mesma: sabemos que o A. Fernandes é uma equipa difícil mas com muito trabalho e força de vontade e sempre a honrar a camisola do Louredense iremos alcançar a vitória. Boa sorte e bom jogo para todos. Vamos a eles!
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
PRÓXIMA JORNADA: 11ª
Trindade - Alcaria
Jungeiros - Almodovar
LOUREDENSE - Fernandes
Albernôa - Palheirense
Jungeiros - Almodovar
LOUREDENSE - Fernandes
Albernôa - Palheirense
RESULTADOS - 10ª JORNADA
Alcaria - Almodovar: 0-7
Trindade - Albernôa: 2-2
Fernandes - Jungeiros: 1-1
Palheirense - LOUREDENSE: 0-5 (Palheirense desclassificado)
Trindade - Albernôa: 2-2
Fernandes - Jungeiros: 1-1
Palheirense - LOUREDENSE: 0-5 (Palheirense desclassificado)
ENTREVISTA DO MISTER AO D. ALENTEJO
Uma grande família
O Louredense Futebol Clube, mítica representação da freguesia de Santa Clara do Louredo está a cumprir a tradição no Distrital do Inatel.
A liderança de uma das séries do distrital do Inatel é lugar comum para a equipa. Eduardo Amândio, histórico capitão, assumiu a orientação técnica, sendo um dos intérpretes da reestruturação. O Louredense quer honrar a tradição, atingindo a segunda fase e ganhando mais um campeonato.
A época está a correr bem?
Os objectivos prioritários foram a reorganização, ao nível directivo, com técnicos novos. Os jogadores mantiveram-se quase os mesmos, melhorámos na organização, no trabalho e na disciplina.
Quais os objectivos desportivos?
O objectivo, que está prestes a ser conseguido, é estar entre as duas melhores equipas. Faltam seis jogos e já estamos a seis pontos do 3º, vantagem confortável.
Tem sido difícil, ou nem por isso?
No princípio disse aos jogadores que estávamos na série mais complicada. Estamos a trabalhar desde Setembro, temos 45 treinos. Há boas equipas, que também já se treinam, mas a nossa dedicação tem tornado as coisas mais fáceis do que pareciam.
O segundo objectivo é o título?
Ninguém me pediu para ganhar. Com excepção da época passada, fomos finalistas nos seis anos anteriores por isso somos favoritos. Sou da casa, joguei muitos anos no distrital e estou aqui há dez. Fui muitos anos capitão de equipa e transmiti ao grupo um espírito ganhador. Como treinador, estou a tentar fazer o mesmo.
O Louredense é um clube com responsabilidades a este nível?
É respeitado. Penso que devia existir mais atenção perante equipas que trabalham como nós. Ainda existe a ideia do desporto para trabalhadores, uns tipos barrigudos que se juntam ao fim-de-semana e que bebem um copo depois dos jogos, mas as equipas estão a mudar essa mentalidade. Treinamos e dignificamos os clubes e, sobretudo, o Inatel.
A organização da prova melhorou?
Sim. Os árbitros comparecem, nem sempre isso acontecia, há maior atenção, mas falta apoio. É necessário que os dirigentes do Inatel e dos clubes se juntem e dêem mais seriedade à competição, que já envolve muito dinheiro. Temos 30 pessoas, atletas e dirigentes, três ou quatro senhoras, o dinheiro custa a arranjar.
O clube tem uma direcção coesa?
Estou satisfeito. Conheço o que por aí se passa e a direcção dá-nos condições que algumas equipas federadas não têm. E é uma freguesia pequena, temos poucos meios, poucos apoios.
As competições da A.F.Beja serão o próximo passo?
Próximo, não. Já nos passou pela cabeça, mas não temos meios, os apoios estão difíceis. Já fizemos um orçamento e não é possível.
E se o Inatel acabar?
Nessa altura temos duas hipóteses: ou vamos para a A.F.Beja, com todos os riscos que daí podem advir, ou os dirigentes dos clubes unem-se e, com os municípios, organizam uma prova. Há mais de 30 equipas, com muitos jovens envolvidos. Mesmo com o figurino actual, defendo um intercâmbio entre os municípios, o Inatel e os clubes, para melhorar a prova. Já se faz em Beja um torneio entre as freguesias, mas é pouco.
Os adeptos são aguerridos...
São fantásticos! Apoiam-nos duma forma invulgar. Em casa e fora. Temos jogos longe e, por vezes, estão lá mais adeptos nossos do que da própria terra. Os pais vão ver os filhos, as mulheres acompanham os maridos, vão as namoradas, toda a gente. O Louredense é uma grande família. Tenho dito sempre que, antes de sermos uma boa equipa, temos que ser uma grande família.
Firmino Paixão
O Louredense Futebol Clube, mítica representação da freguesia de Santa Clara do Louredo está a cumprir a tradição no Distrital do Inatel.
A liderança de uma das séries do distrital do Inatel é lugar comum para a equipa. Eduardo Amândio, histórico capitão, assumiu a orientação técnica, sendo um dos intérpretes da reestruturação. O Louredense quer honrar a tradição, atingindo a segunda fase e ganhando mais um campeonato.
A época está a correr bem?
Os objectivos prioritários foram a reorganização, ao nível directivo, com técnicos novos. Os jogadores mantiveram-se quase os mesmos, melhorámos na organização, no trabalho e na disciplina.
Quais os objectivos desportivos?
O objectivo, que está prestes a ser conseguido, é estar entre as duas melhores equipas. Faltam seis jogos e já estamos a seis pontos do 3º, vantagem confortável.
Tem sido difícil, ou nem por isso?
No princípio disse aos jogadores que estávamos na série mais complicada. Estamos a trabalhar desde Setembro, temos 45 treinos. Há boas equipas, que também já se treinam, mas a nossa dedicação tem tornado as coisas mais fáceis do que pareciam.
O segundo objectivo é o título?
Ninguém me pediu para ganhar. Com excepção da época passada, fomos finalistas nos seis anos anteriores por isso somos favoritos. Sou da casa, joguei muitos anos no distrital e estou aqui há dez. Fui muitos anos capitão de equipa e transmiti ao grupo um espírito ganhador. Como treinador, estou a tentar fazer o mesmo.
O Louredense é um clube com responsabilidades a este nível?
É respeitado. Penso que devia existir mais atenção perante equipas que trabalham como nós. Ainda existe a ideia do desporto para trabalhadores, uns tipos barrigudos que se juntam ao fim-de-semana e que bebem um copo depois dos jogos, mas as equipas estão a mudar essa mentalidade. Treinamos e dignificamos os clubes e, sobretudo, o Inatel.
A organização da prova melhorou?
Sim. Os árbitros comparecem, nem sempre isso acontecia, há maior atenção, mas falta apoio. É necessário que os dirigentes do Inatel e dos clubes se juntem e dêem mais seriedade à competição, que já envolve muito dinheiro. Temos 30 pessoas, atletas e dirigentes, três ou quatro senhoras, o dinheiro custa a arranjar.
O clube tem uma direcção coesa?
Estou satisfeito. Conheço o que por aí se passa e a direcção dá-nos condições que algumas equipas federadas não têm. E é uma freguesia pequena, temos poucos meios, poucos apoios.
As competições da A.F.Beja serão o próximo passo?
Próximo, não. Já nos passou pela cabeça, mas não temos meios, os apoios estão difíceis. Já fizemos um orçamento e não é possível.
E se o Inatel acabar?
Nessa altura temos duas hipóteses: ou vamos para a A.F.Beja, com todos os riscos que daí podem advir, ou os dirigentes dos clubes unem-se e, com os municípios, organizam uma prova. Há mais de 30 equipas, com muitos jovens envolvidos. Mesmo com o figurino actual, defendo um intercâmbio entre os municípios, o Inatel e os clubes, para melhorar a prova. Já se faz em Beja um torneio entre as freguesias, mas é pouco.
Os adeptos são aguerridos...
São fantásticos! Apoiam-nos duma forma invulgar. Em casa e fora. Temos jogos longe e, por vezes, estão lá mais adeptos nossos do que da própria terra. Os pais vão ver os filhos, as mulheres acompanham os maridos, vão as namoradas, toda a gente. O Louredense é uma grande família. Tenho dito sempre que, antes de sermos uma boa equipa, temos que ser uma grande família.
Firmino Paixão
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
REGRESSO AO TRABALHO
Tivemos um fim de semana de descanso, o que de certeza soube bastante bem à equipa. De certeza que houve muitos excessos e uns bailes de finalistas pelo meio, de forma que vamos regressar ao trabalho com muita vontade para libertar as toxinas do fim de semana. Boa semana para todos e bons treinos.
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008
LENDAS DO LOUREDENSE - ZÉ GANHÃO
Um jogador de técnica e raça. O Zé punha sempre em campo uma grande garra e uma energia contagiante. Foi sempre muito intenso e vivia muito o jogo. A sua moblidade e a boa técnica eram as suas armas. Um símbolo.
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